terça-feira, 26 de junho de 2012

A simplicidade da inocência!

Dedico este post a minha sobrinha Sophia, de quatro ano, que é uma criança linda, esperta  e altamente independente! Um tanto quanto dramaturga, mas uma fofíssima que amamos muito! E também ao Thiago, uma moleque de cinco anos que é danado é muito engraçado!

Certo dia, estávamos eu,  Letícia, vovô e Sophia passando o dia juntos, então ao final já na hora das despedidas a pequena Sophia diz: “quero dormir na casa da Letícia” e então o vovô responde: “Você está falando pelo nariz, não pode dormir fora de sua casa, ainda esta resfriada!” e ela retruca: “Não vô, eu não to falando pelo nariz! To falando pela boca, ó pela boca! (abrindo a boca para ele ver)."


Com a chegada da Sosso eu aprendi muito, apesar de ser minha sobrinha e não minha filha. Minha irmã mesmo tendo vivido várias dificuldades durante a gravidez e logo depois do nascimento da Sosso, tem uma equilíbrio emocional admirável, às vezes parece leseira, mas prefiro poetizar e considerar equilíbrio. Pois bem, este equilíbrio fez com que as coisas fluíssem de uma forma natural. 
Na gravidez minha irmã fez acompanhamento para gestação de alto risco, devido sua idade (45 na época) e ter tido diabetes gestacional. O surpreendente desta história é que a Gi (mana mia) não imaginava que teria filhos nesta altura da vida, ou pelo menos era a ideia que ela nos transmitia. Contudo, engravidou e a Sophia veio ao mundo no dia 25 de setembro de 2007. 


A Gi teve muito enjoo no primeiro trimestre de gestação, penso que tem haver com a ansiedade, insegurança e tantos outros medos que a assolaram ao receber a notícia que gerava uma vida.


Mas, surpreendentemente a Sosso nasceu de parto natural, normalíssimo, nada de ficar doze horas em trabalho de parto, nada de anestesia peridural, nada de nada, minha irmã foi para o hospital teve a Sosso e no mesmo dia já deu banho na criança. Acreditem! 


A amamentação também foi super de boa, a Sofia mamou até os 03 anos e só parou porque nós, a família, começamos a encher o saco da mãe que já era hora de parar, visto que ela havia assistido uma entrevista em que ouviu que um famoso, sei lá quem, acho que alguém da Tropicália (leitores da família postem um comentário elucidador se puderem), cujo ser mamou até os oito anos de idade. Daí como conhecemos nossa sis, passamos a atormentá-la com o fato de que já havia cumprido com seu dever com louvor!




Por fim, aprendi que escolher relaxar e deixar rolar em alguns momentos é bem melhor do que surtar e adoecer. Minha sobrinha é uma criança independente e sem frescuras, no geral come de tudo, se adapta fácil, sabe vestir a própria roupa e come de garfo e faca aos quatro anos de idade. Logo, tenho certeza que se tornará um adulto autônomo e feliz!


Com amor titia!


Um comentário:

  1. A Sofia - adoro esse nome - vai ser uma pré e adolescente e adulta muito resolvida. Isso é muito bom. Crianças que já sabem o que querem e não são mimadas, darão certo. Parabéns para a Gi.
    bjs............................................................................................................................................................................................................bjs.

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